Versão Homeopática da Equação de Schrödinger

As partículas dispersas em uma solução estão abaixo de um nanômetro (ou dez angstrons) de diâmetro, o que propicia funções de onda na solução homeopática de entrelaçamento quântico do soluto ao solvente.

1) Função de onda quântica da homeopatia:

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática (*); |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

(*) A função de onda da solução transmite informações referentes ao princípio ativo, à semelhança de bits quânticos ou qubits, pela memória do médico em sinergia de ressonância mórfica com a memória da água.

2) Versão homeopática da equação de Schrödinger:

Uma vez emaranhados na dispersão, o disperso e o dispersante formam um sistema singular, entrelaçado e individualizado, com propriedades medicinais ou curativas as quais poderão ser administradas ao paciente a ser tratado. O mesmo não acontece com rios, lagos, esgotos e etc., porque as dispersões homeopáticas apresentam volumes compatíveis com os compartimentos teciduais dos organismos vivos. Embora os oceanos possam ser importantes na memória coletiva da água, ainda assim, as ondas do mar não se manifestam, necessariamente, em um frasco de solução medicamentosa, pois as grandezas homeopáticas são citológicas e histológicas, mas não geográficas. Em outras palavras, as dispersões de esgotos, rios, lagos, mares e oceanos são dispersões de dimensões geográficas, enquanto que as soluções homeopáticas são dispersões de dimensões orgânicas.

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

Onde: H = operador clínico ou homeopático da solução; |ψ⟩ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = energia associada ao observável clínico do soluto.

3) Aplicação da equação de Schrödinger homeopática:

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩, onde α e β são amplitudes complexas que definem as probabilidades do qubit colapsar em |0⟩ ou |1⟩ quando medido. Neste caso, pela equação H|ψ⟩ = E|ψ⟩, onde H é o operador Hamiltoniano, que representa a energia total do sistema, e E é o autovalor correspondente à energia medida, o valor de |ψ⟩ pode ser |0⟩ ou |1⟩ se estes forem autoestados, podendo se afirmar que o operador é o observável e o escalar é a observação em si, sendo importante notar que |0⟩ é diferente do vetor nulo, pois quando o vetor é igual a 0 (zero) não se pode aplicar a equação.

3.1) Seja a função de onda da homeopatia quântica:

As propriedades quânticas das soluções homeopáticas permitem que as mesmas sejam expressas pelos princípios gerais da mecânica quântica e pelo seu formalismo matemático, particularmente, na manifestação da função de onda…

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática; |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

3.2) Seja a versão homeopática da equação da função de onda:

A função de onda da homeopatia quântica é aplicável à versão homeopática da equação de Schrödinger ou equação da função de onda…

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

Onde: H = operador linear da solução; |ψ⟩ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = observável clínico do soluto, de natureza real.

3.3) Entrelaçamento entre o solvente e o soluto na solução homeopática:

Levando em conta o emaranhamento quântico entre o solvente e o soluto na solução homeopática, deste modo, quando a função de onda colapsa para o vetor de estado do solvente, automaticamente haverá a manifestação de um estado complementar expresso pelo vetor de estado do soluto, sendo que, no caso de soluções ultradiluídas, a solução se confunde com o solvente, quer dizer, solução e solvente podem ser representados pelo mesmo vetor de estado, ou seja, pela função de onda da solução na versão homeopática da equação de Schrödinger…

H|ψ⟩ = E|ψ⟩

… Embora possam representar estados quânticos distintos na expressão matemática da função de onda…

ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

Neste caso, é interessante observar que, quanto maior for a diluição, mais provável será o colapso da função de onda no estado quântico do solvente, este representado pela função de onda da solução, sendo que, por outro lado, mais provável também será a manifestação do estado quântico complementar, este outro representado pelo vetor de estado do soluto, o qual será referido ao paciente.

4) Bibliografia:

Venturelli, Paiva. – Dinamização in Vivo. Joinville – SC, Editora Letra Médica, 2004.

Venturelli, Paiva. – Teoria Bioquântica Astro-Atômica. Pouso Alegre – MG, Editora Sul das Geraes, 1995.

Dr. Paulo Venturelli