Hipótese Antiquântica

A hipótese antiquântica ou quarkquântica de Venturelli é especialmente inspirada no livro “O Que é Vida?” de Erwin Schrödinger e na interpretação de Copenhague, particularmente no princípio da complementaridade de Niels Bohr e no princípio exclusivo de Wolfgang Pauli, tendo sido relevante também, a ideia de divisibilidade nuclear dos átomos suscitada por Lise Meitner e Otto Frisch, bem como anteriormente a estatística de Ludwig Boltzmann sobre a entropia. No mais, vale ressaltar que se trata de um postulado da especialidade elaborada pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, e que foi trazida ao Brasil em 21 de novembro de 1840, com a chega no Rio de Janeiro do médico francês Benoit Jules Mure, atualmente sendo essa data a referência ao dia nacional da Homeopatia.

Os quarks reunidos no centro de um bárion nuclear, relativamente próximos entre si, possuem mais energia cinética do que quando se afastam para a periferia desse bárion, isso devido ao fenômeno da liberdade assintótica, deste modo, os níveis quânticos dos quarks são inversos. Quanto mais próximos entre si e do centro de um bárion nuclear, mais energia possuem os quarks.

Ao se aproximarem do centro do bárion os quarks ganham energia cinética e quando ganham energia cinética se aproximam do centro desse bárion nuclear. Ao se afastarem do centro do bárion nuclear os quarks perdem energia cinética e quando perdem energia cinética se afastam do centro desse bárion, essa é a liberdade assintótica, que caracteriza a inversão dos níveis quânticos em relação à eletrosfera.

As oscilações quânticas aumentam a entropia, mas as oscilações antiquânticas a reduzem. A energia antiquântica é uma propriedade da liberdade assintótica ordenada pela força forte.

Entropia negativa é uma decorrência da atividade da força forte exercida pelos glúons dos bárions nucleares, caracterizando a liberdade assintótica dos quarks. A interação entre dois quarks up, mas também entre dois quarks down e até entre um quark up e um quark down, é regida pela força forte e se comporta como liberdade assintótica, uma disposição antiquântica da energia nuclear dos átomos.

1) Força forte e entropia fraca:

Em sendo discreta a magnitude das oscilações dos quarks, a desordem dessas partículas é limitada e a ordem prevalece (utilizando a terminologia de Schrödinger sobre ordem e desordem na definição de entropia). Ou em outras palavras, a restrição da amplitude oscilatória dos quarks restringe também as configurações da estatística térmica ou espacial e temporal de seus microestados.

2) Equação da entropia estatística:

A liberdade assintótica da força forte diminui o número de microestados na fórmula de Boltzmann porque restringe as oscilações dos quarks em termos quantitativos, mas não qualitativos, ou seja, os quarks têm oscilação em rotação, vibração, translação e transição, mas quantitativamente restritas.

S = k . ln ω

Onde: S = entropia; k = constante de Boltzmann; ln = log natural = log na base 2,718 (número de Euler); ω = número de microestados.

Os estados quânticos dos quarks são menos quantitativos em relação aos estados quânticos dos elétrons, porque estes são consideravelmente mais livres do que aqueles. E isso também se aplica aos estados quânticos dos bárions nucleares, além disso, o spin de um próton é relativamente independente dos spins de seus quarks.

3) Quarks up reduzem mais a entropia:

A força forte é a interação entre partículas de mesma carga elétrica, ou de cargas elétricas de mesmo sinal, sendo que os quarks up têm cargas iguais nos prótons, por isso esses quarks ligados entre si, por glúons, são responsáveis por maior redução da entropia, pois embora os quarks down também tenham cargas iguais nos nêutrons, essas cargas dos quarks down possuem menor intensidade em termos modulares.

Ao interagir especialmente entre cargas elétricas iguais, a força forte é tanto maior quanto maiores forem as cargas elétricas iguais entre si.

Ou seja:

Qualquer quark up tem carga elétrica igual a + 2/3 enquanto que qualquer quark down tem carga elétrica igual a – 1/3 (menor em módulo do que a carga do quark up).

Carga do quark up = + 2/3.

Carga do quark down = – 1/3.

Por possuírem cargas maiores, dois quarks up unidos têm maior força forte e menor liberdade do que dois quarks down unidos, assim, os quarks up diminuem mais a entropia biológica em relação aos quarks down.

Em outras palavras:

Os quarks up são os principais redutores da entropia nos sistemas biológicos.

Isso explica a importância do hidrogênio nas reações biológicas, visto que os átomos do elemento hidrogênio possuem o maior número proporcional de quarks up, estando em excesso na maior parte de seus isótopos.

4) A força forte da água:

O conteúdo de hidrogênio da água explica sua importância na participação da ressonância hídrica de natureza homeopática e vital.

A natureza quantitativa e qualitativa dos quarks up, nos átomos de hidrogênio que compõem as moléculas de água a tornam a substância mais importante dos organismos vivos, particularmente daqueles com tecidos e órgãos complexos.

A ligação por glúons entre dois quarks up é mais forte do que a mesma ligação entre dois quarks down ou entre um quark up e um quark down, isso explica a diminuição da entropia pelos quarks up porque quanto mais forte a ligação, menor a variação de estados, e microestados, em termos quantitativos e não qualitativos. Assim, a ligação entre dois quarks down também é mais forte do que a ligação por glúons entre um quark up e um quark down, isso porque a força forte atua entre partículas com cargas elétricas de mesmo sinal.

5) Números quânticos e antiquânticos:

No título 41-7 ao falar do modelo padrão, o livro de física moderna de Tipler e Mosca cita as teorias da grande unificação e diz que “Em uma destas teorias, os léptons e os quarks são considerados como duas faces de uma única classe de partículas.” Nas hipóteses de Venturelli, os quarks são tidos como léptons porque a maior parte da massa nuclear é atribuída aos glúons, os quais exercem a força forte.

Os números quânticos estão relacionados à ideia de função de onda ou orbital do lépton atômico, quer dizer, a região no espaço onde seja maior a probabilidade do elétron ou do quark serem encontrados, sendo interessante perceber que os orbitais eletrônicos estão na eletrosfera enquanto que os orbitais quarktrônicos estão na quarksfera intrabariônica ou intranucleônica. Em relação aos números quânticos, os números antiquânticos têm sinais opostos.

Embora se admita que a rotação de um lépton em um átomo seja uma propriedade intrínseca associada ao número quântico spin, ainda assim, a hipótese antiquântica considera que esse fenômeno de rotação possa receber a influência da energia de ondas cerebrais, não da consciência e do desejo ou da vontade, mas sim de uma faixa de frequência, tal qual no efeito fotoelétrico; daí a observação ter o impacto de promover o colapso da função de onda.

Além das ondas cerebrais, igualmente as demais oscilações eletromagnéticas em Frequências Extremamente Baixas (FEB), quer dizer, do espectro do tipo ELF (Extremely Low Frequency) que estão ente 3 Hz e 30 Hz, incluindo a ressonância Schumann, todas essas frequências espectrais, do tipo ELF ou FEB, abrangem a energia vital, especialmente aquelas geradas pela atividade elétrica do coração, bem como da musculatura lisa e esquelética, como bem lembrou Schrödinger, em seu livro “O Que é Vida?” nas notas do epílogo:

“(i) Meu corpo funciona como um puro mecanismo, de acordo com as Leis da Natureza.

(ii) Ainda assim, sei, por experiência direta incontestável, que comando seus movimentos, dos quais prevejo os efeitos, que podem ser decisivos e extremamente importantes, em cujo caso sinto e assumo por eles total responsabilidade.

A única inferência possível a partir destes dois fatos, imagino, é que eu – eu no sentido mais amplo da palavra, ou seja, toda mente consciente que sempre disse ou sentiu ‘eu’ – sou a pessoa, se é que existe alguma, que controla ‘o movimento dos átomos’, de acordo com as Leis da Natureza.”

5.1) Número quântico principal (n): É a posição do lépton.

É admitido que o número quântico principal, n, ao identificar a posição do lépton (elétron ou quark) seja o tamanho do orbital. Trata dos níveis quânticos e antiquânticos, ou ainda, dos níveis e antiníveis quânticos.

5.2) Número quântico secundário ou azimutal (l): É o momento angular do lépton.

O número quântico secundário, l, indica o momento angular orbital do lépton, por isso, define também o formato do orbital. Trata dos subníveis quânticos e antiquânticos, ou ainda, dos subníveis e antissubníveis quânticos.

5.3) Número quântico magnético (ml): É o vetor do momento angular do lépton.

Este número quântico, ml, chamado de magnético, indica a orientação espacial do orbital do lépton atômico. Mais especificamente, é o vetor do momento angular orbital do lépton, ao qual se associa um momento magnético orbital.

5.4) Número quântico spin (s): É o momento angular intrínseco do lépton.

O número quântico de spin, s, define o momento magnético associado à rotação e, de certo modo, também, a oscilação do lépton, tendo sido proposto para os elétrons pelo físico austríaco Wolfgang Pauli, em 1925. De modo mais específico, é o momento angular de giro ou rotação do lépton. É considerado uma propriedade intrínseca do elétron e do quark, mas vejamos o que sugere o estudo da espectroscopia pelo eletromagnetismo em ordem crescente dos comprimentos de onda (decrescente em frequência e energia):

5.4.1) Radiação ultravioleta: Está associada à transição eletrônica, especialmente com ionização molecular. 

5.4.2) Luz visível: Transição de estado quântico molecular ou transição eletrônica das moléculas.

5.4.3) Radiação infravermelha: Vibração quantizada (e translação em energia contínua) das moléculas.

5.4.4) Radiação de micro-ondas: Rotação molecular em energia quantizada.

5.4.5) Radiação das ondas de rádio: Rotação quantizada no núcleo atômico, que é uma rotação bariônica ou nucleônica, visto que o núcleo de hidrogênio tem apenas um próton e gira na ressonância magnética nuclear.

5.4.6) Radiação de ondas ELF (3 Hz a 30 Hz): Rotação leptônica ou spin de elétrons e quarks, ou seja, a radiação de ondas em frequências extremamente baixas (ELF) promove o giro dos léptons (quarks e elétrons), mas também qualquer radiação que esteja entre 1.000 Hz e 0,001 Hz pode estar associada ao giro dos léptons.

5.5) Número quântico magnético de spin (ms): É o vetor do momento angular intrínseco do lépton (magnetismo da rotação do lépton).

Este número quântico, ms, chamado de magnético do spin, indica a orientação espacial da rotação corpuscular no orbital do lépton atômico. Mais especificamente, é o vetor do momento angular de giro ou rotação do lépton, ao qual está associado um momento magnético intrínseco.

6) Critérios eletromagnéticos:

A energia antiquântica foi inferida por este médico, na forma de níveis antiquânticos, no livro Teoria Bioquântica Astroatômica, elaborado desde 1990, na Cidade do Rio de Janeiro (RJ), em Petrópolis (RJ) e no Hospital Naval de Ladário (MS), sendo registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (RJ) em 1994, tendo sido publicado pela editora Sul das Gerais, na cidade de Pouso Alegre (MG) em 1995. Todavia, em 1933, o físico austríaco Wolfgang Pauli já havia postulado uma teoria antimaterial da energia, ao demonstrar que um operador autoadjunto, ao observável tempo, implicaria em valores positivos e negativos da energia quântica.

Embora seja interessante observar que antes disso, em 1928, o físico britânico Paul Dirac tenha elaborado uma equação que levou à inferição da existência de pósitrons e, deste modo, da antimatéria, mesmo assim, é de se ressaltar que a ideia da energia antimaterial tenha sido emergida das demonstrações de Pauli.

7) Entropia negativa:

Em seu livro “O Que é Vida?” Erwin Schrödinger propõe o fenômeno da entropia negativa, no título 6…

“O que é então esse algo tão precioso contido em nosso alimento, e que nos livra da morte? A isso responde-se facilmente. Todo processo, evento, ocorrência – chame como se quiser – numa palavra, tudo o que acontece na Natureza significa um aumento da entropia da parte do mundo onde acontece. Assim, um organismo vivo aumenta continuamente sua entropia – ou, como se poderia dizer, produz entropia positiva – e, assim, tende a se aproximar do perigoso estado de entropia máxima, que é a morte. Só posso me manter distante disso, isto é, vivo, através de um processo contínuo de extrair entropia negativa do ambiente, o que é algo muito proveitoso, como já veremos. Um organismo se alimenta, na verdade, de entropia negativa. Ou, exprimindo o mesmo de modo menos paradoxal, o essencial no metabolismo é que o organismo tenha sucesso em se livrar de toda a entropia que ele não pode deixar de produzir por estar vivo.”

“Como poderíamos expressar em termos da teoria estatística a maravilhosa faculdade do organismo vivo, pela qual ele atrasa o decaimento no equilíbrio termodinâmico (morte)? Dissemos antes: ‘Ele se alimenta de entropia negativa’, como se atraísse um fluxo de entropia negativa para si mesmo, a fim de compensar o aumento de entropia que produz por viver e, assim, manter-se em um nível de entropia estacionário e bem baixo.”

É interessante observar que os eventos corriqueiros ocorridos no meio ambiente, que são mencionados por Schrödinger, são em geral reações físicas e químicas que envolvem energia convencional e não nuclear.

8) Ressonância quarkquântica:

Os léptons subatômicos, ou seja, elétrons e quarks, apresentam a mesma frequência natural de oscilação, mas a energia dos elétrons é quântica enquanto que a energia dos quarks é antiquântica. As oscilações quânticas aumentam a entropia, mas as oscilações antiquânticas a reduzem. A energia antiquântica é uma propriedade da liberdade assintótica ordenada pela força forte. Quando quarks e elétrons entram em ressonância, a entropia diminui porque os quarks são mais numerosos em um mesmo átomo.

Em outras palavras, a resultante da ressonância quarkquântica diminui, e não aumenta, a amplitude das oscilações ressonantes.

Ou seja, a energia quântica apresenta entropia positiva e a energia antiquântica apresenta entropia negativa.

9) Classificação das oscilações neurais:

As ondas cerebrais expressam frequências eletromagnéticas em um espectro apropriado ao exame da energia vital, o que é útil às aplicações da dinamização na homeopatia eletromagnética ou quântica. Ondas cerebrais, ritmos neurais, oscilações neurais ou ritmos neurais são atividades eletromagnéticas associadas ao movimento de íons entre os neurônios e o meio extracelular, que podem ser detectadas pelo eletroencefalograma (EEG) ou pelo magnetoencefalograma (MEG).

A eletroencefalografia (EEG) e, por extensão, posteriormente, a magnetoencefalografia (MEG) surgiram com os trabalhos de Hans Berger, que entre 1920 e 1924 realizou os registros iniciais do eletroencefalograma (EEG). Sendo que entre 1926 e 1929, Berger obteve os registros de ondas alfa occipitais e descreveu sua reatividade à abertura ocular.

As principais oscilações neurais são relatadas a seguir…

Ondas alfa (8 a 13 Hz): Relaxamento alerta ou vigília descontraída.

As ondas alfa (média de 10 Hz) são típicas de meditação, calma, contemplação, percepção sensorial e intuição.

Ondas beta (13 a 30 Hz): Foco, concentração, alerta e pensamento lógico.

As oscilações beta (média de 20 Hz) são próprias de vigília, alerta, foco, atenção e mente concentrada no trabalho ou nos estudos.

Ondas gama (acima de 40 a 140 Hz): Processamento cognitivo superior, memória e foco intenso.

As ondas gama (mínimo de 30 Hz) são inerentes em maior atividade cerebral, aprendizagem avançada ou neurose e psicose.

Ondas delta (0,1 a 4 Hz): Associadas ao sono profundo, ao coma e ao alívio de dores.

As onda gama (máximo em cerca de 3 Hz) estão presentes no automatismo orgânico, sono profundo sem sonho, sono não-REM ou coma.

Ondas teta (4 a 8 Hz): Ligadas à meditação profunda, relaxamento e criatividade.

As ondas teta ou theta (máximo em torno de 7 Hz) são vigentes na sonolência, sono superficial, sono REM, imaginações, transcendência ou hipnose.

10) Considerações homeopáticas:

Elétrons são léptons quânticos e quarks são léptons antiquânticos, mas que em ambos os casos essas partículas subatômicas apresentam as mesmas frequências naturais de oscilação, as quais abrangem os valores múltiplos e submúltiplos de 1 Hz até o limite inferior de frequência eletromagnética das ondas de rádio. A energia de ligação nuclear é fornecida pelos glúons, os quais entremeiam quarks e bárions e reduzem a entropia daquelas subpartículas nucleônicas pelo fenômeno da liberdade assintótica. A ressonância entre quarks e elétrons promove um aumento da entropia na fase quântica e uma diminuição da entropia na fase antiquântica, esta que prevalece notadamente em meio aquoso, o que é aproveitado pelos organismos vivos na forma de energia vital, que é uma energia de baixa entropia.

Os sinais eletromagnéticos de neurônios e de músculos, tanto lisos quanto esqueléticos, que são obtidos da transferência cinética de íons através da membrana plasmática com o meio tissular, são de mesma frequência da ressonância quarkeletrônica, o que pode resultar em reforço ressonante mútuo referente aos pulsos telúricos da ressonância Schumann, com efeitos de aumento da amplitude da energia vital, sem aumento de entropia, sendo possível também, o reforço ressonante com a irradiação em frequências oscilatórias correspondentes aplicadas aos sistemas homeopáticos.

A região do espectro eletromagnético referente à ressonância vital, descrita acima, se encontra especialmente na faixa das ondas de frequências extremamente baixas, de sigla ELF (Extremely Low Frequency) ou FEB (Frequências Extremamente Baixas), as quais se situam entre 3 Hz e 30 Hz, porém, também mais amplamente entre 0,001 Hz a 1.000 Hz, o que corresponde à energia vital entre 0,001 aq e 1.000 aq.

A rotação molecular da água é ressonante às micro-ondas, a rotação nuclear é ressonante às ondas de rádio, enquanto que a rotação de quarks e elétrons é ressonante às ondas eletromagnéticas em frequências extremamente baixas (ELF ou FEB). E assim como na rotação das micro-ondas as oscilações moleculares alcançam o infravermelho, de modo semelhante, na presença da água, as rotações ressonantes, em relação às ondas de baixíssimas frequências, também alcançam a faixa da radiação infravermelha do metabolismo humano pela energia vital.

A rotação (giro ou spin) de quarks e elétrons é ressonante às ondas eletromagnéticas de frequências extremamente baixas (ELF) porque o momento de inércia (I = m . r²) dessas partículas subatômicas é muito menor do que o momento inercial (produto da massa pelo quadrado do raio) de prótons e nêutrons, sendo menor ainda na comparação com as moléculas aquáticas ou orgânicas. A rotação dos quarks é relativamente independente da rotação dos bárions nucleares que os contém, vez que a massa dos núcleons é na maior parte atributo dos glúons, segundo esta hipótese antiquântica. Quarks e elétrons podem estar sujeitos à ressonância de rotação entre si, pela precessão do giro ou spin dessas subpartículas atômicas, quando submetidas às condições biológicas específicas da bioquímica, da biofísica e da homeopatia.

OBSERVAÇÃO 1: As fórmulas do momento angular são as seguintes…

J = I . ω

Onde: J = momento angular; I = momento inercial (i = M . R², sendo M a massa e R o raio); ω (ômega) = velocidade angular.

Quer dizer, o momento angular (J) pode ser expresso pelo produto do momento inercial (i) pela velocidade angular (ω), contanto que o momento inercial (i) seja expresso pelo produto da massa (M) pelo quadrado do raio (R).

Ou ainda…

J = MRV 

Onde: J = momento angular, M = massa, R = raio, V = velocidade linear.

Ou seja, o momento angular (J) pode ser expresso pelo produto da massa (M) e do raio (R) pela velocidade linear (V).

OBSERVAÇÃO 2: O momento de inércia (ou momento inercial) é a inércia angular de um corpo, o que mostra que tanto o momento angular quanto o momento linear são grandezas de natureza inercial, pois ambos os observáveis descrevem a tendência de um corpo (ou sistema) em manter seu estado de movimento (translação ou rotação) na ausência de forças ou torques externos.

OBSERVAÇÃO 3: O torque pode ser considerado a força angular, que é expressa em newton-metro (N.m), sendo que o torque (momento de uma força ou força de torção) é frequentemente descrito como o análogo rotacional da força linear. Ele mede a capacidade de uma força causar rotação em um objeto ao redor de um eixo. Diferente da força simples, além da intensidade da força, o torque depende também da distância ao centro de rotação e do ângulo de aplicação.

O símbolo do torque normalmente é a letra grega tau (τ ou T)…

T = F . R . sin(θ)

Onde: T (tau) = torque; F = força; R = raio; sin(θ) = seno do ângulo theta ou teta. 

Quer dizer, a grandeza torque (τ) é o produto da força (F) e do raio (R) pelo seno do ângulo teta (θ).

OBSERVAÇÃO 4: Ao contrário do momento linear e do momento angular, a velocidade linear do tipo tangencial e a velocidade angular não são grandezas inerciais. Neste caso, dessas velocidades, é interessante notar que as grandezas lineares (tangenciais) são iguais às grandezas angulares multiplicadas pelo raio, de modo que as grandezas angulares sejam iguais às grandezas lineares (tangenciais) divididas pelo raio. Dentro deste contexto, de grandezas não inerciais, que não são inerciais por conta de pelo menos um tipo de aceleração, a saber, a aceleração centrípeta, surgem as seguintes relações…

S = θ . R ⇒ θ = S / R

Onde: S = espaço ou distância linear; θ (teta) = espaço ou distância angular; R = raio.

V = ω . R ⇒ ω = V / R

Onde: V = velocidade tangencial; ω (ômega) = velocidade angular; R = raio. 

A aceleração não aparece na fórmula, mas está implícita. Quer dizer, o movimento circular ou rotacional, seja uniforme ou variado, é um movimento não inercial (isto é, acelerado) e a aceleração centrípeta é a principal causa desse movimento não ser inercial, independe de haver ou não variação na velocidade tangencial ou angular.

O sistema espectral biológico, de ressonância, consiste primariamente de frequências que promovem um movimento rotatório nos léptons (quarks e elétrons), mas secundariamente abrangendo translação ou mesmo vibração molecular, tal qual na comparação ao aquecimento da água pelo forno de micro-ondas, em que as ondas são primariamente de micro-ondas na rotação e secundariamente de infravermelho na translação, à semelhança do princípio de Pascal aplicado à energia vital. A amplitude da energia vital referida ao fenômeno das diversas ressonâncias entre as partículas subatômicas, atômicas e moleculares, de origem no eletromagnetismo orgânico e telúrico, passa por aumento da energia e redução da entropia, de modo que seja primordialmente de frequências inferiores àquelas das ondas de rádio, mas que alcance a radiação infravermelha relativa ao metabolismo. 

As radiações ELF ou FEB são compatíveis com as dinamizações homeopáticas, que envolvem sucussões nessas frequências extremamente baixas, mas ademais disso, a ressonância Schumann também explica a manutenção das propriedades medicamentosas dos remédios homeopáticos, as quais são transmitidas por ressonância mórfica de Sheldrake e sustentadas pela ressonância Schumann, desde a prescrição até a administração, passando pela manipulação e dispensação farmacológica.

Do mesmo modo que um elétron se manifestam como partícula e como onda, caracterizando a função de onda quântica, um organismo também tem um componente corporal e outro componente ondulatório, este promovido pela cinese eletrolítica, o que mostra que uma solução homeopática com soluto tanto orgânico quanto inorgânico de natureza iônica, apresenta propriedades quânticas, em especial, porque soluções são misturas homogêneas em que o soluto tem dimensões concernentes ao mundo microscópico e submicroscópico.

As propriedades quânticas das soluções homeopáticas permite que as mesmas sejam expressas pelos princípios gerais da mecânica quântica e pelo seu formalismo matemático, particularmente, na manifestação da função de onda…

|ψ⟩ = α|0⟩ + β|1⟩

Onde: |ψ⟩ = função de onda da solução homeopática; |0⟩ = vetor de estado do solvente; |1⟩ = vetor de estado do soluto; α e β = números complexos dos escalares, cada qual com um componente real e um componente imaginário.

A qual função de onda homeopática é aplicável à versão homeopática da equação de Schrödinger…

H Ψ = E Ψ

Onde: H = operador linear da solução, de natureza neuropsicológica; Ψ = função de onda da solução (no primeiro fator da equação) e vetor de estado do soluto (no segundo fator da equação); E = observável clínico do soluto, de natureza neurológica e real.

11) Memória da água:

O astrônomo britânico Arthur Eddington introduziu o conceito de “flecha do tempo” ou “seta do tempo” (“arrow of time” ou “time’s arrow”) em seu livro de 1928, “The Nature of the Physical World” (“A Natureza do Mundo Físico”) para descrever o fenômeno pelo qual o tempo parece fluir sempre no mesmo sentido. Eddington desenvolveu o conceito de “direção de mão única do tempo” vinculando essa ideia de flecha do tempo à definição de entropia, a qual está inserida na segunda lei da termodinâmica.

Todavia, o que é a memória senão a capacidade de retroceder no tempo? Quer dizer, memorizar é trazer ao tempo presente as informações contidas no tempo passado. Neste sentido, a memória da água retrocede no tempo porque aplica entropia negativa, ou seja, ao aplicar entropia negativa reverte a cronologia, sendo que na cronologia reversa alcança a informação disponível no tempo passado. Por isso é que a água tem memória ressonante à memória do médico, pois a entropia negativa de oscilação dos quarks está associada à memória da água.

12) Bibliografia:

Bing, Brave, Google e Meta pela inteligência artificial.

Venturelli, Paiva. – Dinamização in Vivo. Joinville – SC, Editora Letra Médica, 2004.

Venturelli, Paiva. – Teoria Bioquântica Astro-Atômica. Pouso Alegre – MG, Editora Sul das Geraes, 1995.

Dr. Paulo Venturelli